
Macau é uma Região Administrativa Especial da República Popular da China desde os primeiros momentos da madrugada do dia 20 de Dezembro de 1999. Antes desta data, Macau foi colonizada e administrada por Portugal durante mais de 400 anos e é considerada o primeiro entreposto, bem como a última colónia europeia na China.
A colonização de Macau teve início em meados do século XVI, com uma ocupação gradual de navegadores portugueses que rapidamente trouxeram prosperidade a este pequeno território, tornando-o numa grande cidade e importante entreposto comercial entre a China, a Europa e o Japão.
Macau atingiu o seu auge nos finais do século XVI e nos inícios do século XVII, mas só em 1887 a China reconheceu oficialmente a soberania e a ocupação perpétua portuguesa de Macau, através do "Tratado de Amizade e Comércio Sino-Português".[2] Em 1967, como consequência do Motim 1-2-3, que marcou a revolta dos residentes chineses pró-comunistas de Macau, em 3 de Dezembro de 1966, Portugal renunciou à sua ocupação perpétua de Macau.
Em 1987, após intensas negociações entre Portugal e a República Popular da China, os dois países acordaram que Macau voltaria para a soberania chinesa no dia 20 de Dezembro de 1999.
Actualmente, Macau está a experimentar um grande e acelerado crescimento económico, baseado no acentuado desenvolvimento do sector do jogo e do turismo, as duas actividades económicas vitais desta região administrativa especial chinesa.
A Região Administrativa Especial de Macau é constituída pela Península de Macau e por duas ilhas: (Taipa e Coloane. Após a ligação feita por meio de um aterro, o istmo de Cotai), Macau ficou com a superfície total de 28,6 km². Situa-se na costa meridional da República Popular da China, a oeste da foz do Rio das Pérolas e a 60 km de Hong Kong, que se encontra aproximadamente a este de Macau. Faz fronteira a norte e a oeste com a Zona Económica Especial de Zhuhai, logo é adjacente à província de Guangdong.
Macau tem cerca de 538 mil habitantes, sendo a esmagadora maioria de etnia chinesa. Faz muitos aterros na foz do Rio das Pérolas para conseguir mais espaços de construção.
Desde 20 de Dezembro de 1999, o nome oficial de Macau é "Região Administrativa Especial de Macau da República Popular da China" (RAEM). Após o estabelecimento da RAEM, Macau actua sob os princípios do Governo Popular Central da RPC de "um país, dois sistemas", da "Administração de Macau pela Gente de Macau".
Goza de um estatuto especial, semelhante ao de Hong-Kong. e possuindo consequentemente um elevado grau de autonomia, limitado apenas no que se refere às suas relações exteriores e à defesa. Foi também garantido pela RPC a preservação do seu sistema económico-financeiro e das suas especificidades durante pelo menos 50 anos, isto é, pelo menos até 2049.
fonte WIKIPÉDIA
Vejamos alguns aspectos de Macau actual
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Viana do Castelo é uma cidade portuguesa com 38 045 habitantes (2011)[1], sede do Distrito de Viana do Castelo, na região Norte e integra a sub-região NUT III do Minho-Lima. A cidade é constituída actualmente pelas freguesias de Areosa, Darque, Meadela, Monserrate e Santa Maria Maior.
É sede de um município com 314,36 km² de área, 88 725 mil habitantes (Censos 2011) distribuídos por 31.978 famílias, residentes em 40 freguesias. O concelho é limitado a norte pelo município de Caminha, a leste por Ponte de Lima, a sul por Barcelos e Esposende e a oeste tem litoral no Oceano Atlântico.
A ocupação humana da região de Viana remonta ao Mesolítico conforme o testemunham inúmeros achados arqueológicos anteriores à cidadela pré-romana no monte de Santa Luzia.
A povoação de Viana da Foz do Lima, como era chamada por essa altura, recebeu Carta de Foral de Afonso III de Portugal passada em 18 de julho de 1258. A prosperidade que desde então conheceu, tornou-a num importante entreposto comercial, vindo a ser edificada uma torre defensiva (a Torre da Roqueta) com a função de repelir os piratas oriundos da Galiza e do Norte de África, que procuravam este porto.
O próspero comércio marítimo com o norte da Europa, envolvia a exportação de vinhos, frutas e sal, e a importação de talheres, tecidos, tapeçarias e vidro. O espírito comercial de Viana atingiu tais proporções que a rainha Maria II de Portugal concedeu alvará à Associação Comercial de Viana do Castelo em 1852, naquela que é, na atualidade, a 4ª entidade patronal mais antiga do país.[3] A mesma soberana, para recompensar a fidelidade da população de Viana, que não se rendeu às forças do conde das Antas (1847), decidiu elevar a vila à categoria de cidade, com o nome de Viana do Castelo (20 de janeiro de 1848).
O ciclo de festas na cidade inicia-se no mês de Maio, com "Festa das Rosas de Vila Franca do Lima". Entretanto, o seu ponto alto é, a tradicional "Romaria de Nossa Senhora da Agonia" (Senhora d'Agonia), no mês de Agosto. A procissão ao mar e as ruas da Ribeira, enfeitadas com tapetes florais, são testemunhos da profunda devoção religiosa do povo vianense.
As festas em honra de Nossa Senhora da Agonia são das mais concorridas e animadas de todo o Minho. Decorrem na semana de 16 de Agosto e incluem diversos desfiles com cabeçudos, gigantones, zés-pereiras, carros alegóricos e uma diversificada escolha de trajes regionais, com destaque para os colares, brincos e pulseiras de ouro das mulheres. O fogo de artifício, a procissão, que inclui uma parte náutica e a feira atraem todos os anos à cidade muitos milhares de visitantes.
O clip-vídeo que vamos ver de seguida mostra-nos imagens da "Festa do Traje Etnográfico", onde se podem admirar os antigos trajes femininos, ricamente adornados com as típicas filigranas da Póvoa de Lanhoso, autênticas obras de arte em ouro, que tomaram em Viana do Castelo a sua principal montra nos peitos das moças vianenses.
Adaptação técnica de um original PPS_PowerPoint
efectuada pelo nosso Amigo Julião Neto
FIAR A SOLIDÃO
São a roca
E o fuso
Em tuas mãos
A tecerem o nome
À solidão
Que come o pão
Contigo
À tua mesa.
São a roca
E o fuso
Nos teus dedos
A tecerem o linho
Da tristeza.
Foram caminhos
Feitos de caruma
Foram rebanhos
Tocados por varinha
Foi a brasa do forno
A cozer broa
Foi o cheiro às estevas
No teu corpo.
Já nada se repete
Ou se adivinha
Já nada te consome
Ou te magoa.
Fiandeira
Dos dias que te sobram
Olhos postos
Aos pés do abandono.
Na tua cama o sono
Rés ao sonho
Sem que o Inverno traga
A Primavera
Quando as cegonhas partem
No Outono.
Soledade Martinho Costa
Poetisa, escritora e jornalista, Soledade Martinho Costa nasceu em Lisboa mas vive desde a infância em Alverca do Ribatejo. Estreia-se na literatura em Novembro de 1973 com o livro de poemas "Reduto". Dois anos mais tarde, inicia a sua actividade como autora para a infância, somando cerca de três dezenas os seus títulos originais.
De destacar o seu último trabalho, «Festas e Tradições Portuguesas», editado pelo Círculo de Leitores, que percorre os doze meses do ano numa colecção de oito volumes.
Soledade Martinho Costa, mantém um blog de muito mérito, o SARRABAL, em que aborda temas diversificados, com relevância para o social, a cultura em geral, etnografia, usos e costumes, e onde publica poesia de sua autoria e de terceiros.
PARA CONHECER A BIOGRAFIA COMPLETA DA AUTORA, CLICAR AQUI





FRASCOS DE PERFUME
Na Idade Média, o banho, era considerado prejudicial se tomado em excesso. As pessoas geralmente tomavam apenas dois ou três banhos ao ano; e quase sempre por volta do mês de Maio ou Junho, quando começa a primavera na Europa e o clima já estava um pouquinho mais quente.
Daí a origem do mês de Maio ser o mês eleito para os casamentos, porque desta feita as noivas tomavam o banho naquele mês e o cheiro das partes intimas não era tão forte.
O uso do bouquet pela noiva também era utilizado para dissipar o seu mau odor. Vem desse antigo uso as flores fazerem, ainda hoje, tradicionalmente parte da indumentária das noivas.
Os banhos eram tomados num única tina, enorme, cheia de água quente, e o chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho, na água limpa.
Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres também por idade, e por fim, as crianças. Os bebés eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água estava tão suja que era possível “perder” um bebé lá dentro.
Em fotos antigas vemos lacaios a agitar abanos junto das pessoas; não era pelo calor mas sim para dissipar o odor fétido exalado pelas bocas e partes intimas.
Nas áreas urbanas, os excrementos corporais e a água usada no banho eram atirados pela janela. O esgoto era a céu aberto o que obviamente propiciava a proliferação do mau cheiro e de doenças altamente contagiosas e infecciosas.
Quando por volta de 1600 surgiram os primeiros perfumes, os reis, rainhas e membros da corte passaram a usá-los para disfarçarem o mau cheiro que exalavam pela falta de higiene.
O perfume – que foi inventado pelos árabes - é uma mistura de óleos essenciais aromáticos, álcool e água, utilizado para proporcionar um agradável e duradouro aroma a diferentes objectos, principalmente, ao corpo humano.
É hoje um produto sofisticado, apresentado com marcas de renome. O seu uso constitui uma nota de bom gosto e, consoante sua peculiaridade, pode indiciar a personalidade de quem o usa.
A competitividade no mercado estimula a criatividade das marcas na apresentação do produto em frascos de formas originais , que servem até de adorno nas prateleiras dos toaletes domésticos.
Texto de Carlos Ferreira
Vejamos alguns exemplos:
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ESCULTURAS FEITAS DE AREIA

O jornal “Diário de Notícias” desde há muitos anos organiza em várias praias do país um interessante concurso designado “CONSTRUÇÕES NA AREIA”, sempre muito concorrido.
A Póvoa de Varzim marcou presença nesses concursos entre os anos 1952 e 1986 e, nessa época, várias figuras da Nossa Terra e da população veraneante neles participaram e quardam ainda gratas recordações desses tempos de criança.
Por exemplo Miguel Cadilhe (economista), que foi antigo ministro das Finanças de Cavaco Silva e, quando criança, residia nesta cidade onde o pai exercia as funções de chefe da secretaria da Câmara Municipal, participou em várias edições do concurso e foi, até, premiado. 'Era um tempo diferente, as construções na areia entretinham e motivavam os jovens. Os trabalhos atingiam níveis muito apreciáveis", lembrou ao DN em 2007.
Miguel Cadilhe não se recorda da escultura que lhe valeu como prémio um colchão de água. Mas lembra-se de esse mesmo colchão o ter ajudado a salvar duas vidas numa praia de Vila do Conde. Entre os trabalhos que recorda, destaca um brasão da Póvoa e a estátua de um bombeiro a salvar uma criança.
Outra participante, Luísa Ducla Soares, escritora de literatura infantil, numa crónica assinada no DN em Agosto de 2007, recordou os tempos de menina em que participava nas 'Construções na Areia'. “Ah, como era bom respirar a brisa marinha, pisar a areia molhada, virgem em cada manhã, deixar a minha marca ao lado da das gaivotas. Fiz sereias e gente, animais e monumentos, mosntros e fadas. O dia do concurso era emocionante. Como cavalos antes de uma corrida, as crianças estavam tensas e esperavam, impacientes, a ordem para começarem... nunca, mas nunca vão deixar de fazer parte de mim as Construções na Areia”.
E não poderíamos deixar de mencionar o poveiro Américo Rajão (escultor). Provavelmente se não fosse a sua histórica participação num dos concursos das 'Construções na Areia', que posteriormente lhe valeu a medalha de ouro num certame internacional, Américo Rajão poderia não ter seguido o sonho que sempre perseguiu de se tornar escultor. Ainda hoje recorda o regresso triunfal de terras francesas e teve a honra de ser recebido pelo presidente Américo Tomás. 'Para si, senhor presidente, um presente que lhe envia o meu pai'. O presente era uma bolsa em macramé, feita pelo seu pai. Em troca recebeu das mãos de Américo Tomás uma História de Portugal assinada pelo próprio.
Filho de pescadores, só mais tarde Américo Rajão começou a tomar contacto com as artes, tirando o curso na Escola Soares dos Reis, no Porto.
Outro poveiro concorrente foi Fernando Gonçalves, artista plástico e violinista muito apreciado (conhecido simplesmente por NANDO) e que esteve presente em três concursos: dois na nossa Terra e o outro em Vila do Conde, Foi premiado em todos eles. Era já a sua veia artística a manifestar-se e que o levaria a fazer o curso de Pintura Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, no Porto, ao mesmo tempo que frequentou o Conservatório de Música, na Classe de Violino, no Conservatório.
Vera Nobre da Costa (gestora) ainda criança, antes do bichinho da publicidade, Vera Nobre da Costa também mostrou o seu talento nas praias portuguesas. Aos seis anos, na praia do Tamariz, onde a família passava férias, aventurou-se a construir um satélite. “Os russos tinham acabado de lançar o Sputnik e eu andava fascinada”, lembrou o ano passado em declarações ao DN.
E a verdade é que a obra de arte foi premiada com um colchão insuflável. 'Agora vamos a qualquer loja comprar um colchão desses e é acessível a todos. Mas naquela altura não era assim'.
Manuela Moura Guedes é jornalista, já foi locutora, cantora e até deputada. Mas em criança também participou no concurso 'Construções na Areia'. Foi em 1969, na praia de Monte Gordo, no Algarve. “Ganhei bicicletas até não poder mais, depois um gira-discos e um rádio”, contou numa entrevista do “24horas”, em Dezembro de 2005.
Esta brincadeira tornou-se, para muitos adultos, uma paixão, ou uma especialidade dentro do entretenimento de construções na areia.
Com o fascínio provocado pelas potencialidades deste passatempo, surgiram campeonatos, festivais e mesmo espectáculos de construções que utilizam já misturas de areia com pequenas quantidades de argila para permitir construções ainda mais audazes.
São imagens de um desses certames, realidado no Canadá, que vamos ver de seguida:
Texto de Carlos Ferreira
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SILENCIAR A MÚSICA DE FUNDO DO GARATUJANDO
Outonal
Caem as folhas mortas sobre o lago;
Na penumbra outonal, não sei quem tece
As rendas do silêncio… Olha, anoitece!
- Brumas longínquas do País do Vago…
Veludos a ondear… Mistério mago…
Encantamento… A hora que não esquece,
A luz que a pouco e pouco desfalece,
Que lança em mim a bênção dum afago…
Outono dos crepúsculos doirados,
De púrpuras, damascos e brocados!
- Vestes a terra inteira de esplendor!
Outono das tardinhas silenciosas,
Das magníficas noites voluptuosas
Em que eu soluço a delirar de amor…
Florbela Espanca
«Charneca em Flor»,
in «Poesia Completa»
OUTONO
O Outono é a estação do ano que sucede ao Verão e antecede o Inverno. No hemisfério Norte transcorre entre 23 de Setembro a 21 de Dezembro.
Nesta época do ano toda a Natureza se transforma numa mutação de cores, adquirindo a vegetação uma exuberante policromia que enriquece a paisagem e nos encanta os olhos.
A principal alteração cromática verifica-se pelo amarelar das folhas das árvores, numa infinidade de tons do amarelo esmaecido ao amarelo dourado a que, consoante as espécies das árvores, não raro se junta o fulvo arruivado e mesmo a mancha gritante do vermelho intenso.
Os frutos. tendo atingido a sua maturação, inserem-se nesta sinfonia de cores, prontos para serem colhidos.
Com o cair das folhas o solo fica atapetado dos mais variados tons lembrando imensa palete onde as cores se misturam e se sobrepõem.
Diz Jean de La Bruyere que a natureza é apenas para quem vive no campo. Na verdade nos meios urbanos raramente se assiste a este deslumbrante espectáculo da Natureza.
Texto de Carlos Ferreira
Vejamos no vídeo-clip que se segue algumas paisagens de pleno Outono.
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SILENCIAR A MÚSICA DE FUNDO DO GARATUJANDO
Agradecimento ao nosso Amigo ARMANDO MARQUES,pela partilha
As duas apresentações PPS PowerPoint do presente post foram reformuladas nos seus originais e cedidas pelo nosso Amigo e colaborador JULIÃO NETO.
Aqui deixamos registado o nosso agradecimento
CORPO DE BAILE
ORQUESTRA FILARMÓNICA DE VIENA
O bailado que vamos apreciar em seguida, designado, em tradução livre, por "Congratulando-se com a vida", fez parte do CONCERTO DE ANO NOVO – 2012, em Viena, que o Garatujando referiu AQUI.
Admiremos a performance, leveza e graciosidade das figuras na evolução dos seus movimentos , o elaborado trabalho de pontas das bailarinas, a fluidez dos passos precisos de cada par e a sugestiva coreografia numa hamonia perfeita com o os acordes musicais.
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AMOR É PRIMAVERA
Dizem que já é Outono meu amor,
mas, eu e tu , sabemos que não,
quando nos amamos, com o mesmo ardor,
do sol quente, em dias de Verão.
Sabemos, que o Inverno, nunca irá chegar,
mesmo que o tempo, nos diga que é assim,
pois, é no nosso jeito de amar,
que o próprio tempo, se perde, sim!..
E, o brilho das estrelas, do sol e da lua,
espelham a paixão... Ah, e os ardentes beijos,
sufocados pelos dias, da longa espera...
E, se, perguntarmos ás pedras da própria rua,
nas horas habitadas por todos os desejos,
dizem-nos amor, que não é Outono, que é Primavera!...
Margusta
In " Poemas de Amor"

Artista plástica, apaixonada pela escrita e pela fotografia. Maria Augusta Loureiro ( Margusta), conta com oito exposições individuais de pintura efectuadas entre 2004 e 2009. Tem ainda participado em várias exposições colectivas nacionais e internacionais em que obteve várias menções honrosas- TRIPART '09- Museu Etnográfico Praia de Mira 2009 Menção Honrosa- Miami USA Show Art Internacional "Art Artex"Publicações2009- Mitos da Arte - Antologia de Pintores Portugueses Contemporâneos. A nível literário, conta com a edição de um livro seu, e a participação em outros cinco livros. Premiada em conto e poesia , participa também em saraus de poesia.2006 - Livro “ I compilação de conto e Poesia Iranima” das edições ec2007 - Livro “ Um Mar de Contos” Ora, vejamos…[---------]8 - Livro “ Poemas sem fronteiras” Ora, vejamos…[---------]9 - II Antologia das Noites de Poesia em Vermoim2009- Livro " Serenidades" "Ora, Vejamos..." [---------]0 - Editou o livro (e)Terno (a)Mar - Conto PoéticoPrémios:2007_ 3º Prémio exequo em conto.2008_Duas menções honrosas em poesia2009_ Uma menção honrosa em poesia.
Para conhecer a biografia completa de Marguta, clicar AQUI
QUANDO A TECNOLOGIA NOS POSSIBILITA FICAR
EMOCIONADOS COM AS MARAVILHAS DA NATUREZA
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Agradecimento ao nosso Amigo Américo Alberto, pela partilha


ANIMAÇÃO MÉDICA
O que vamos ver de seguida é uma animação gráfica elaborada por processos inovadores, destinada a estudar a nossa anatomia e a teorizar processos de intervenção cirúrgica para tratamento de fracturas ósseas
Embora não se possa prever resultados práticos deste processo de estudo a referida animação vê-se com interesse, porque simula com perfeição acidentes de que resultam, com apreciável realismo, danos físicos graves , e sugere inovadores métodos de tratamento que, a tornarem-se realidade, revolucionariam os actuais conceitos de cirurgia ortopédica.
Vejamos o clip.vídeo.
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Agradecimento ao nosso Amigo e colaborador
ROSA FEITEIRA
numa das suas primeiras actuações no
Rádio Clube de Moçambique
O presente item é especialmente dedicado àqueles que viveram em Moçambique (principalmente na então Lourenço Marques)
Não havia ainda a televisão e era a rádio o meio de difusão de notícias e de música que servia o público dessa altura.
O Rádio Clube de Moçambique marcou a época no vasto e fiel publico, que escutava interessadamente os seus programas em aparelhos receptores de telefonia, ou assistia ao vivo aos espectáculos de variedades que regularmente se realizavam na acolhedora sala-auditório existente na sede daquela estação emissora.
Estarão na lembrança de todos as actuações das duas orquestras do R.C.M, uma dirigida pelo saudoso maestro Artur Fonseca, e a outra, a orquestra típica, dirigida pelo maestro António Gavino.
Ficaram conhecidos dessa época alguns artistas que viriam a tornar-se vedetas nacionais, ainda hoje muito lembrados, como o Aníbal Coelho, a Maria José Canhoto (aqui muito conhecida pelo nome artístico de Alexandra), a Natércia Barreto, o tenor Carlos Guilherme e outros.
Estes elementos revelaram-se num programa dirigido por Maria Adalgisa, denominado “Gente Nova ao Microfone” que além dos participantes atrás referidos, incluia também as irmãs Libânia e Rosa Feiteira.
Num aparelho rádio-gravador da época registaram-se na altura, em suporte de fita magnética, algumas interpretações da Rosa Feiteira (fados e canções), registos esses que, não obstante a precariedade dos meios então utilizados, e passados que são mais de quarenta anos, se encontram ainda em razoável estado de conservação.
É um desses antigos registos que vamos ouvir em seguida. De salientar que a Rosa Feiteira contaria nessa altura à volta que 16 anos de idade. Foi acompanhada à guitarra por Alves Martins e à viola por António Fonseca, ambos já falecidos. O fado, "DISSE-TE ADEUS E MORRI", com letra de Vasco de Lima Couto e música de José António. estava muito em voga por pertencer ao repertório de Amália Rodrigues.
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Rosa Feiteira, de seu nome completo Rosa Maria Feiteira Ferreira, nasceu na Póvoa de Varzim. Com pouco mais de uma ano de idade, foi com os Pais para Lourenço Marques - assim se designava então a capital de Moçambique. Iniciou a sua preparação académica naquela cidade, no Liceu Ana da Costa Potugal e, completado o curso liceal , veio para Portugal licenciando-se em Filologia Germânica na Faduldade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.
É docente na Capital , onde reside
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imagem encontrada ocasionalmente na Net sem indicação de autor

Flores do cacto Aloés
ESCULTURAS E OUTROS OBJECTOS DE MARFIM
Marfim é uma substância dura, branca e opaca que é a massa dos dentes de mamíferos como o elefante, hipopótamo, javali, morsa, narval mamutes, etc.
Antes do surgimento do plástico, o marfim era usado na fabricação de bolas de bilhar, teclas de piano e objectos de decoração. A palavra "marfim" geralmente é associada ao dente dos elefantes.
Devido ao rápido declínio nas populações de animais que produzem o marfim, a sua importação e a venda de marfim está banida em muitos países ou severamente restrita
O maior responsável no declínio das populações é a caça ilegal de animais antes e durante a década de 80.
Desde o banimento mundial do comércio de marfim em 1989 têm ocorrido altos e baixos na população de elefantes, assim como no comércio das presas.
O marfim tem sido utilizado, ao longo dos séculos , na arte decorativa e na confecção de objectos, muitos deles autênticas preciosidades pela sua beleza e delicada expressão de arte.
Vejamos alguns exemplos:
Texto de Carlos Ferreira
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ENTERNECEDOR EXEMPLO PARA AQUELAS
MULHERES QUE DE MÃE SÓ TÊM O NOME !
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Etnografia e Folclore
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No concelho da Póvoa de Varzim, detectam-se diferentes tipos humanos, diversos usos e costumes, fruto de vários condicionalismos geográficos e actividades económicas. As comunidades da planície litoral e as do interior do concelho apresentam uma coincidência de usos e costumes , onde as influências minhotas são nítidas. O traje típico é o elemento externo onde mais facilmente se notam as particularidades de cada zona. A forma de vestir do pescador poveiro destaca-se pela sua originalidade. O traje de "branqueta", apresentado pelo Grupo Folclórico Poveiro, é somente um dos muitos e interessantes modos de trajar da "colmeia" piscatória. Nas outras comunidades , destaca-se na zona litoral, o uso de tecidos mais quentes , como a flanela e a castorina, reflexo da sua ligação ao mar. Nos ranchos ligados aos bairros representativos da cidade, o traje de Tricana, com blusas de renda, aventais bordados e pintados, dão um colorido muito interessante.
Nas danças e cantares, tanto nas chulas, malhões e viras, como nas danças de roda do poveiro, o suporte instrumental é praticamente o mesmo; a concertina, a viola , o bombo, o cavaquinho, os ferrinhos, o recorreco e os instrumentos de sopro. No Folclore refletem-se aspectos da vida quotidiana, sendo que os da beira-mar exibem danças mais vivas, como que condicionadas pelo incessante rumor das ondas, e elevam pouco os braços, invocando o alar das redes. Por outro lado, os do interior, projectam bem os membros superiores para cima, lembrança, talvez, das fatigantes mas altivas malhadas. São muitos os agrupamentos folclóricos e revisteiros no concelho, tendo quase todas as freguesias o seu grupo representativo, bem como várias associações. Texto e imagem daqui Para deixar o seu comentário, clicar na palavra I comentar I na linha abaixo |

MARIA GUIA PIMPÃO
expõe na
CIDADE DA GUARDA
A partir do próximo dia 26, Quinta-feira, e até 10 de Março, encontra-se patente ao público na Galeria da Cultura, antigo Paço Episcopal da cidade da Guarda, uma exposição de trabalhos desta apreciada artista.
A anunciada exposição é publicitada por meio de um grande cartaz, ilustrado com a reprodução de um dos quadros expostos:

"Brincos de cereja", é o nome que a autora deu a este trabalho
Maria Guia Pimpão honra-nos com a partilha de interessantes temas que em muito valorizam o Garatujando.
Está aposentada do ensino superior e dedica-se agora, em exclusivo, à pintura de arte. Tem exposto, com merecido êxito, a sua obra por todo país, inclusivamente na nossa cidade, onde voltará a estar presente com trabalhos seus de 1 a 15 de Setembro deste ano.
O leitor poderá encontrar desenvolvida referência acerca desta apreciada artista-pintora, clicando AQUI
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LOUÇA DECORADA
TERRY AVON REDLIN
Terry Avon Redlin (nascido em 11 de Julho de 1937) é um popular artista americano que fez pintura ao ar livre de temas da vida selvagem.
Por oito anos consecutivos, 1991 a 1998, foi nomeado o artista mais popular da América e referido na galeria anual Art EUA.
Redlin nasceu e foi criado em Watertown, South Dakota . Graduou-se pela Escola de Artes Associadas de St. Paul, Minnesota, e passou 25 anos a trabalhar em arte comercial como um artista de layout , designer gráfico , ilustrador e director de arte.
A pintura Redlin de "NEVES DE INVERNO " apareceu em capas de revistas.
Passou a dedicar-se exclusivamente à pintura até que se aposentou em 2007, quando foi colocado numa casa de repouso devido a complicações com a doença de Alzheimer.
Texto de Carlos Ferreira
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Agradecimento ao nosso querido Amigo JULIÃO NETO, pela partilha

FAQUIRISMO
Faquirismo é a actividade de alguns indivíduos, normalmente ascetas de origem muçulmana, que seguem uma vida de pobreza e austeridade e que, usando a técnica ou a arte de controlar a respiração, os músculos e a vontade interrompem (pelo menos aparentemente) o batimento cardíaco. Dessa forma conseguem caminhar, descalços, sobre fogo, engolir espadas, deitar-se sobre uma superfície eriçada de agudos pregos, atravessar o corpo com longas agulhas e suportar impactos físicos absolutamente impressionantes..
A sua designação de faquires adquiriu o sentido místico da necessidade espiritual de Deus - o único a ser auto-suficiente.
Vivem de esmolas ou de pagamentos feitos em troca da recitação de escrituras, versos ou nomes santos.
Vejamos o seguinte clip-vídeo:
Texto de Carlos Ferreira
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Agradecimento ao nosso Amigo HENRIQUE GARCIA, pela partilha


Guernica é uma localidade na província de Biscaia, comunidade autónoma do País Basco. Juntamente com a localidade vizinha de Lumo forma o município de Gernika-Lumo que ocupa a área 8,36 km² e contava em 2004 com uma população de 15571 habitantes (densidade populacional de 1862,56 hab/km²).
Guernica foi bombardeada pelos nazistas em 26 de Abril de 1937, durante a Guerra Civil Espanhola, o que inspirou a Pablo Picasso a sua famosa obra "Guernica".
Picasso pintou esse quadro para retratar o estado de Guernica após o bombardeio: restos de pessoas espalhados por todos os lugares.
Dizem que durante uma exposição um oficial nazista indagou a Picasso: Foi você quem fez isso? Ele respondeu: Não, vocês é que fizeram !
Após o fim da Guerra Civil, Picasso permitiu que a obra fosse emprestada ao Museu de Arte Moderna de Nova York, com a condição de que Guernica retornasse à Espanha somente quando a ditadura Franquista caísse. Em 1981, com a morte do ditador Francisco Franco, a obra voltou ao território espanhol, onde se encontra no Centro de Arte Rainha Sofia, em Madrid.
Em Janeiro de 1973, com o título "The Great Guernica Fraud", o professor Jeffrey Hart publicou no National Review um estudo onde sustenta a tese de que o bombardeio de Guernica não ocorreu. O artigo foi reimpresso nos jornais "Die Welt" e "Il Tempo". Neste último jornal saiu com o título: "Revelações sensacionais destroem um Mito".
Fonte WIKIPEDIA
Por amável deferência da Dra. Maria Guia Pimpão, (também Ela pintora de arte) a quem agradecemos a partilha, vamos apreciar um vídeo-clip em que é contada a História de martirizada vila de Guernica e é descrito, ao pormenor, o significado das figuras que compõem a conhecida obra de Picasso.
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Moçambique está situado na costa oriental da África Austral, limitado a norte pela Tanzânia, a noroeste pela Zâmbia e Malawi, a oeste pela Suazilândia e pelo Zimbabwe, a sul e oeste pela África do Sul e a leste pelo Canal de Moçambique.
Esta antiga colónia e província ultramarina de Portugal, teve a sua independência a 25 de junho de 1975. Faz parte da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), da SADC, da Commonwealth, da Organização da Conferência Islâmica e da ONU. Sua capital e maior cidade é Maputo.
Entre os séculos X e XIX existiram no território que atualmente é Moçambique vários estados bantus; o mais conhecido foi o império dos Mwenemutapas (ou Monomotapa).
A penetração portuguesa em Moçambique, iniciada no início do século XVI[4], só em 1885 — com a partilha de África pelas potências europeias durante a Conferência de Berlim — se transformou numa ocupação militar, com a submissão total dos estados ali existentes, levando, no início do século XX, a uma verdadeira administração colonial.
Depois de uma guerra de libertação que durou cerca de 10 anos, Moçambique tornou-se independente em 25 de Junho de 1975, na sequência da Revolução dos Cravos, a seguir à qual o governo português assinou com a Frelimo os Acordos de Lusaka.
Após a independência, com a denominação de República Popular de Moçambique, foi instituído no país um regime socialista de partido único, cuja base de sustentação política e económica se viria a degradar progressivamente até à abertura feita nos anos de 1986-1987, quando foram assinados acordos com o Banco Mundial e FMI. A abertura do regime foi ditada pela crise económica em que o país se encontrava, pelo desencanto popular com as políticas de cunho socialista e pelas consequências insuportáveis da guerra civil que o país atravessou entre 1976 e 1992.
Na sequência do Acordo Geral de Paz, assinado entre os presidentes de Moçambique e da Renamo, o país assumiu o pluripartidarismo, tendo tido as primeiras eleições com a participação de vários partidos em 1994.
Para além de membro da ONU, da União Africana e da Commonwealth, Moçambique é igualmente membro fundador da SADC (Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral) e, desde 1996, da Organização da Conferência Islâmica.
Evolução da população entre 1961 e 2003.Moçambique tem uma população de 20 579 265 de acordo com o censo de 2007[5], o que representa um aumento de 27,8% em relação aos 16 099 246 enumerados no censo de 1997. Ainda segundo o censo de 2007, a população urbana totalizava 6 282 632, equivalendo a 30% do total; e a taxa de masculinidade era de 48,7 como resultado de um total de 9 897 116 homens e 10 682 149 mulheres.
30% da população concentra-se nas cidades, e a restante nos campos. As principais cidades são Maputo (1 178 116 habitantes), Matola (671 556) e Beira (431 583).
Antes da independência (1975), a população total de Moçambique passou de 6 603 651, em 1960, para 8 168 933, em 1970.
Em 1960, a população branca era de 97 268 pessoas. Em 1975 viviam em Moçambique cerca de 200 mil portugueses, na sua maioria ligados ao funcionalismo público, empresas portuguesas e internacionais, mas também à agricultura e pequeno comércio. A comunidade indiana, em 1975, ligada ao comércio calcula-se que fossem entre 20 e 30 000 habitantes.
Por alturas da independência existia uma pequena comunidade chinesa de cerca de 4000 pessoas, concentrada em Maputo e na Beira, dedicando-se sobretudo ao pequeno comércio. Os negros constituíam cerca de 98% da população. Os mestiços seriam cerca de 0,5% do total.
Vejamos alguns aspectos actuais do país:
Fonte WIKIPÉDIA
SILENCIAR A MÚSICA DE FUNDO DO GARATUJANDO
Agradecimento à nossa Amiga ANABELA FARINHA, pela patilha

LOURENÇO MARQUES
antes de
1974
Lourenço Marques é a antiga designação da actual cidade de Maputo, capital de Moçambique, tendo sido capital da então colónia portuguesa entre 1898 e 1975, data da independência daquele país africano.
Pensa-se que os primeiros europeus a visitar aquela baía foram os navegadores portugueses de um navio comandado por Luís Fernandes em 1502, logo a seguir à primeira viagem de Vasco da Gama. Aliás, a baía já é referenciada no Planisfério de Cantino (1502), com a designação de Baía da Lagoa. O seu reconhecimento apenas foi efectuado em 1544 por um obscuro comerciante português, Lourenço Marques, cujo nome foi mais tarde dado à baía e à cidade.
Em 1861, o capitão Bickford declarou as ilhas da Inhaca e dos Elefantes como território britânico, acto que levantou protesto pelas autoridades de Lisboa. Em 1872 a disputa foi submetida à arbitragem de Adolphe Thiers, presidente da França e, a 24 de Julho de 1875, o seu sucessor, o marechal Patrice Mac-Mahon, declarou-se a favor de Portugal.
Nessa altura a capital da colónia era a Ilha de Moçambique.
Entretanto Lourenço Marques, seria elevada a vila (1875), depois a cidade (1887) tornando-se cada vez mais importante na administração da colónia, até que a capital é finalmente transferida da Ilha de Moçambique para aqui em 1898.
A cidade conheceu um acentuado desenvolvimento, principalmente nas últimas décadas antes da independência do território.
De referir a beleza do seu traçado urbano a formar um autêntico xadrez, com suas amplas e longas avenidas, com abundante arborização que atapetavam o seu piso de asfalto com imensas folhas coloridas.
Tinha um ambiente social muito agradável, com uma população heterogénea, em que misturavam todas as raças das mais diversas origens, transitando pelas ruas e avenidas, ou convivendo nos numerosos restaurantes, cervejarias , cafés e pastelarias existentes por toda a cidade. Cinemas, teatros salas de dança, piscinas clubes com os seus campos de jogos, associações cívicas e culturais, proporcionavam vida intensa, dia e noite, durante todo o ano.
Não haverá ninguém que, tendo vivido em Moçambique e nomeadamente em Lourenço Marques não sinta imensa saudade daquelas gentes , daquelas terras e daquele ambiente.
texto de Carlos Ferreira
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TEMPLO DA SAGRADA FAMÍLIA
Barcelona
Já por várias vezes aqui temos referido o “Templo Expiatório da Sagrada Família” , também conhecido simplesmente como “Sagrada Família”, de Barcelona, classificado por muitos críticos como o expoente da moderna arquitectura, obra inigualável de Antoni Gaudí.
Por ser de concepção única no mundo, desperta a atenção dos turistas e é objecto de interessado estudo por parte dos técnicos especializados em arquitectura.
Daí que seja frequente encontrar-se na Net imagens e notas descritivas do notável edifício.
Hoje recebemos um outro PPS PowerPoint versando a obra referida. E porque achamos que este diaporama mostra aspectos pouco conhecidos do interior do templo, aqui o deixamos à curiosidade dos nossos leitores.
Texto de Carlos Ferreira
VER EM ECRÃ COMPLETO
PARA INFORMAÇÃO PORMENORIZADA ACERCA DA
VIDA E OBRA DE ANTONI GAUDÍ, CLICAR AQUI
constituída
CONFRARIA SABORES POVEIROS

SABORES POVEIROS
COMO VEÍCULO DE PROMOÇÃO TURÍSTICA
E DOS
VALORES LOCAIS
Desde de 2008 que o Pelouro de Turismo vem promovendo a gastronomia como vector essencial na promoção turística do concelho da Póvoa Varzim. Integrando diferentes iniciativas e envolvendo os vários agentes da hotelaria e restauração, a preocupação tem sido, simultaneamente, valorizar o produto gastronómico e formar os agentes para alcançar o futuro.
A Vereadora do Turismo, Dra. Lucinda Delgado, referiu que este sector de actividade representou sempre uma fonte importante de receita.
Pelo que, “estamos cientes do esforço que tem de ser feito por todos, no sentido de acompanhar as sucessivas alterações que ocorrem, actualmente, a um ritmo alucinante”. “Este é o nosso contributo”.
Em 2011 os Sabores Poveiros integraram quatro acções essenciais. No dia 24 de Novembro, o Seminário destinado ao sector da restauração e similares, com um debate profícuo sobre A Gestão Profissional na Restauração como
Factor de Sucesso; A Liderança e o Desenvolvimento de Equipas; O Papel da Formação Face às Tendências da Restauração e As Novas Tecnologias e a Comunicação Assertiva ao Serviço da Restauração.
Os temas foram conduzidos por técnicos especialistas, com a colaboração de alunos do Curso Profissional de Técnico de Recepção da Escola Secundária Rocha Peixoto, e do Curso Profissional de Hotelaria e Restauração da Escola e.b. 2/3 de Beiriz.
Nos dias 26 e 27 de Novembro, realizou-se o Fim-de-Semana Gastronómico. Promovido em conjunto com o Porto e Norte de Portugal, teve como objectivo promover a Gastronomia Tradicional. Para tal, foram seleccionados dois produtos de topo, a Pescada à Poveira e a Rabanada à Poveira, que acabariam por ocupar o escaparate dos menus dos 18 restaurantes que aderiram à iniciativa.
A etapa seguinte dos Sabores Poveiros de 2011 seria a Entronização da Confraria “Sabores Poveiros”, a 3 de Dezembro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. A Pescada e a Rabanada à Poveira são os pratos a ser defendidos pela nova organização.
A sua acção visa estudar, defender e divulgar os pratos tradicionais locais e a sua relação com o turismo, o artesanato, a arte, a ciência, a literatura e o ambiente, quer directamente, quer em complemento de outras actividades histórico-culturais, e promover e apoiar medidas tendentes à fixação das características básicas e típicas das receitas, procurando encaixar de forma harmoniosa a evolução natural dos conceitos gastronómicos.
Depois da assinatura de Escritura de Constituição da Confraria “Sabores Poveiros”, imposição de insígnias aos confrades fundadores e termo de juramento de cada um dos seus membros, José Macedo Vieira, Presidente da Câmara Municipal, usaria da palavra para referir que “este é um dia importante para o Turismo mas sobretudo para a identificação da cidade e concelho da Póvoa de Varzim”. “A Confraria da Póvoa é um sonho antigo que se concretiza a partir de agora, da entronização dos dez sócios fundadores, com as acções de
promoção da cidade e daquilo que é peculiar e próprio da nossa cultura gastronómica e popular”. O Turismo é uma actividade socioeconómica fundamental, indicando que “em tempos de crise, o turismo interno terá um grande retorno nos próximos anos”.
Neste sentido, a Confraria “Sabores Poveiros”deverá ser encarada como um veículo, com um papel muito importante na promoção das entidades locais e identificação do que a Póvoa tem de peculiar.
Seguiu-se um desfile até ao Monumento às Peixeiras e um almoço no restaurante O Marinheiro. Estiveram presentes, para além das Confrarias Madrinhas (Confraria da Broa de Avintes e Confraria, Gastronómica do Mar), representantes de várias Confrarias gastronómicas do país.
Por fim, no dia seguinte, às 16h00, no Posto de Turismo, realizou-se a XIV edição do concurso “Delícia de Rabanada. Uma iniciativa que, além da vertente gastronómica teve um cariz solidário, sendo que a receita resultante das vendas realizadas reverteu a favor, este ano, de A Beneficente.
Entre as 18 rabanadas a concurso, foram distinguidas com o 1º Prémio, a confeccionada pelo Restaurante Di António, 2º, o Restaurante 31 de Janeiro, e, 3º, o Restaurante O Pátio.
No PORTAL MUNICIPAL pode desfrutar de todos os momentos detalhadamente.
Por avável deferência do jornal PÓVOA SEMANÁRIO, veremos algumas imagens respeitantes à nova confraria, clicando AQUI