
A FALAR É QUE A GENTE DE ENTENDE (?)
Um velho aforismo muito divulgado afirma-nos que “a falar é que a gente se entende”.
Pessoalmente acredito que nem sempre é assim. Porque é também a falar que se geram discussões e essas podem levar a desentendimentos de consequências imprevisíveis.
E há exemplos concretos que contrariam por completo o tal aforismo: existirá lugar onde mais se fale que na Assembleia da República ? Ora todos nós sabemos que, ali, quanto mais falam menos se entendem.
É precisamente na Assembleia da República que se passa a cena cujas imagens vamos ver de seguida.
Não se trata de um daqueles intermináveis e fastidosos "diz tu, direi eu" que não levam nunca a parte nenhuma. É uma dissertação proferida pelo Senhor Zainal Bava, Presidente do Conselho de Administração da PT. que transmitiu aos senhores deputados judiciosos ensinamentos, com o convincente ar de quem sabe o proveito que os seus ouvintes deles vão tirar. E até nós próprios que, por via indirecta assistimos à palestra, enriquecemos os nossos conhecimentos.
Sugiro que os leitores vejam e oiçam com a devida atenção:
SILENCIAR A MÚSICA DE FUNDO DO GARATUJANDO
CLICAR NESTA IMAGEM
AGORA, QUE O LEITOR ACABOU DE
OUVIR A DISSERTAÇÃO, CLIQUE AQUI

A Áustria (em alemão, Österreich) oficialmente República da Áustria (Republik Österreich), é um país de cerca de 8,3 milhões de habitantes, localizado na Europa Central. Faz fronteira com a Alemanha e com a República Checa no norte, Eslováquia e Hungria a leste, Eslovénia e Itália a sul e Suíça e Liechtenstein a oeste. O território da Áustria abrange 83.872 quilómetros quadrados e é influenciado por um clima temperado e alpino. O terreno da Áustria é muito montanhoso, devido à presença dos Alpes, apenas 32% do país é inferior a 500 metros de altura e seu ponto mais alto está a 3.797 metros A maioria da população fala alemão que também é língua oficial do país..Outros idiomas oficiais locais são croata, húngaro e esloveno.
As origens da Áustria remetem-se ao tempo do Império Romano, quando um reino celta foi conquistado pelos romanos em 15 a.C., aproximadamente, e mais tarde tornou-se Noricum, uma província romana, em meados do século I d.C., em uma área que abrangia a maior parte da Áustria actual. Em 788 d.C., o rei franco Carlos Magno conquistou a área e introduziu o cristianismo. Sob a dinastia nativa dos Habsburgo, a Áustria tornou-se uma das grandes potências da Europa. Em 1867, o Império Austríaco foi incorporado pela Áustria-Hungria. O Império Austro-Húngaro desmoronou em 1918 com o fim da Primeira Guerra Mundial. Depois de estabelecer a Primeira República Austríaca, em 1919, a Áustria foi, de facto, anexada à Grande Alemanha pelo regime nazista no chamado Anschluss, em 1938. Isto durou até o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, depois que a Áustria foi ocupada pelos Aliados. Em 1955, o Tratado do Estado Austríaco restabeleceu a Áustria como um Estado soberano, o fim da ocupação. No mesmo ano, o Parlamento austríaco criou a Declaração de Neutralidade, que declarou que o país se tornaria neutro.
Hoje, a Áustria é uma democracia representativa parlamentar composta por nove estados federais. A capital - com uma população superior a 1,6 milhões, a maior cidade da Áustria - é Viena. A Áustria é um dos países mais ricos no mundo, com um PIB nominal per capita de 43.570 dólares. O país tem desenvolvido um alto padrão de vida e em 2008 ficou na 14ª posição no mundo no Índice de Desenvolvimento Humano. A Áustria é um membro das Nações Unidas desde 1955, aderiu à União Europeia em 1995 e é um dos fundadores da OCDE. Áustria também assinou o Acordo de Schengen em 1995,[12] e adoptou a moeda europeia, o euro, em 1999.
Façamos uma viagem através do país:
VER EM ECRÃ COMPLETO

"UM DIA ISTO TINHA QUE ACONTECER" "
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada . . . . . .
PARA CONTINUAR A LER ESTE ARTIGO, CLICAR AQUI
Mia Couto, de seu nome António Emílio Leite Couto, é um dos escritores moçambicanos mais conhecidos no estrangeiro.
O nome Mia deve-se ao seu irmão mais novo que em pequenino não conseguia dizer "Emílio". O próprio autor concilia a origem deste nome com a sua paixão pelos gatos.
Nasceu em 1955 na Beira, a segunda cidade de Moçambique. Num curioso jogo de palavras afirmou certa vez que não tinha uma "terra-mãe" mas sim uma "água-mãe", referindo-se à frequência com que a cidade, baixa e localizada à beira do Oceano Índico, ficava inundada.
Começou o curso de Medicina ao mesmo tempo que se iniciava no jornalismo e abandonou aquele curso para se dedicar a tempo inteiro à segunda ocupação: herdara de seu pai Fernando Couto, apreciado poeta, o gosto por escrever.
Foi director da Agência de Informação de Moçambique e mais tarde fez o curso de Biologia, profissão que exerce até agora
Mia Couto foi director da Agência de Informação de Moçambique, da revista Tempo e do jornal Notícias de Maputo.
Tornou-se nestes últimos anos um dos ficcionistas mais conhecidos das literaturas de língua portuguesa. O seu trabalho sobre a língua permite-lhe usar duma grande expressividade, usando nos seus escritos a peculiar forma de falar dos nativos de Moçambique.
É assim que Mia Couto comunica com os leitores, transmitindo-lhes todo o drama da vida em Moçambique após a independência.
Os seus livros estão traduzidos em francês, inglês, alemão, italiano e espanhol.
Mia Couto é muito conhecido e estimado na Póvoa de Varzim, que visitou já por várias vezes, nomeadamente na âmbito do evento literário “CORRENTES D'ESCRITA” que anualmente aqui se realiza.
Para deixar o seu comentário, clicar na palavra I comentar I na linha abaixo